Livro meio sem pé nem cabeça. Quando li o prefácio, escrito pela filha do autor, fiquei pensando em um tipo de livro, mais reflexivo, que me faria pensar a resposta à pergunta: O que tenho feito da minha vida? Bastaram as primeiras páginas para eu perceber que estava enganado (pelo menos, um pouco).
O autor Mario Sergio Cortella escreve bem (muito bem!), e com vários textos girando em torno dos temas Gestão, Liderança e Ética, apresenta, no meu ponto de vista, várias lições sobre um grande tema: Valores. É um bom livro, nada cansativo por ser escrito em forma de pequenos textos independentes. Ganha n0ta 9… talvez um 8… não sei: minha expectativa frustrada pode ter influenciado a atribuição dessa nota. De qualquer forma, recomendo.
Segue a sinopse, retirada do site da Editora Vozes (site muito feinho, por sinal)
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“A idéia de trabalho como castigo precisa ser substituída pelo conceito de realizar uma obra… Enxergar um significado maior na vida aproxima o tema da espiritualidade do mundo do trabalho”.Depois do sucesso de “Não Nascemos Prontos” e “Não espere pelo epitáfio” Mário Sergio Cortella publica, também pela Editora Vozes, um texto envolvente sobre as inquietações do mundo corporativo Neste livro o autor desmistifica conceitos e pré-conceitos, e define o líder espiritualizado, como aquele que reconhece a própria obra e é capaz de edificá-la, buscando incessantemente o significado das coisas.
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Há algumas semanas, eu reparei que a PBH trocou as placas com os nomes das ruas aqui no bairro Caiçara, onde moro. Com certeza, as novas placas são muito mais bonitas… mas uma placa bem pertinho de onde eu moto chamou minha atenção. Vejam só:
(clilque na foto para ampliá-la)
Nem todas estão erradas, mas consegui encontrar umas outras três com o mesmo erro. Vejam essa outra:
Fotos de janeiro de 2012.
Nas férias em Nova Almeida, haviam muitas placas para fotografar, mas nem sempre eu estava com o meu celular ou a máquina fotográfica em mãos.
Fotografei essa placa no último dia de férias lá. Eu só tinha visto o erro na placa azul, mas agora que cheguei em casa e analisei melhor a foto, me parece que também há um erro na placa menor, laranja. Infelizmente, a qualidade da foto não me permite ter certeza quanto a esse segundo erro.
Janeiro de 2012.
Nunca, na história desse país, meu blog agradeceu tanto pelas minhas férias… Até o momento, já li 2 livros e tirei muitas fotos de placas engraçadas.
Nesse post, apresento uma placa de Ravena (próximo ao restaurante Pequeno Prícipe). Eu já tinha ouvido muita gente falar assim, mas é a primeira vez que vejo isso escrito dessa maneira.
Foto de janeiro de 2012.
Hoje, em uma conversa informal, fiquei sabendo de mais um absurdo que ocorre na rede municipal de educação de Belo Horizonte.
Primeiro, vamos ao absurdo que eu já sabia: o aluno só pode ser retido (reprovado) no terceiro, sexto e nono ano. Isso significa que se o aluno não fizer os deveres de casa, não fazer os exercícios em sala e não se sair bem nas provas, mesmo assim ele é aprovado! Entendeu? Vou explicar novamente: se dos 100 pontos distribuídos no ano letivo, o aluno obter 0, 10, 20, 30, 40 ou qualquer outro valor abaixo de 60, tanto faz: ele será APROVADO de estiver no ano 1, 2, 4, 5, 7 ou 8 (todos os anos exceto 3, 6 ou 9).
Se você se preocupa o mínimo com a educação de nosso país, deve estar se perguntando: e se o aluno estiver no 3, 6 ou 9 ano? Espero que esteja sentado, meu amigo! Este foi o absurdo que descobri hoje…
O ano letivo é dividido em 4 bimestres (a divisão mais comum em Belo Horizonte). Sabendo que conceito C ou superior é considerado satisfatório, e que (naturalmente) D ou inferior é considerado insatisfatório), considere os seguintes conceitos obtidos por um hipotético aluno:
1 bimestre: D
2 bimestre: E
3 bimestre: E
4 bimestre: C
Se esse aluno estiver no 3, 6 ou 9 ano, esse aluno será APROVADO! Quer saber por que? Porque para ser aprova no no ano, só é considerado o conceito do último bimestre! O aluno pode pintar e bordar, afundar em todas as provas, bater no professor, pichar a escola, não fazer nenhuma atividade em sala ou mesmo extraclasse… se obtiver conceito C ou superior no último bimestre, será aprovado!
É mole?
E assim a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte vem fazendo propagandas, se vangloriando do avanço na qualidade do ensino! Pode estar avançando na quantidade (aumento de horas), mas a qualidade está cada vez pior!








